... Uma vez que a matéria astral é o veículo do desejo e a matéria mental é o veículo do pensamento, este instinto, quando traduzido em nossa linguagem, significa que se o corpo astral puder induzir-nos a pensar que nós queremos o que ele quer, será muito mais fácil de obtê-lo. Assim exerce uma leve, mas constante pressão sobre o homem - do seu ponto de vista é uma espécie de fome, mas para o home é uma tentação para aquilo que é mais bruto e indesejável. Se ele for um homem passional haverá uma suave, mas constante pressão em direção à irritabilidade; Se for um sensualista, uma igualmente pressão e direção à impureza.
Um homem que não entende isso usualmente comete um dos dois erros: ou supõe ser o apelo de sua própria natureza, e destarte a considera inerentemente má; ou ele pensa que a pressão vem de fora - como uma tentação de um demônio imaginário. A verdade reside entre os dois.
A pressão é
natural, não para o homem, mas para o veículo que ele
está usando; seu desejo é natural e correto para o
veículo, mas daninho para o homem, e, portanto é
necessário que ele lhe resista. Se ele assim resiste,
se declina em permitir-se aos sentimentos sugeridos a ele, as
partículas nele que necessitam destas
vibrações se tornam apáticas por falta de
nutrição, e eventualmente atrofiam e se desprendem do
seu corpo astral, e são substituídas por outras
partículas, sua frequência de onda natural está
mais de acordo com as que o homem habitualmente se permite em seu
corpo astral.

Força, fé, disciplina,
humildade.




